Parte 1
A Sinfonia de Tolkien Transcende e Chega a Curitiba!!!
Primeiro Ato
Noite de sexta-feira, adentramos o teatro e nos deparamos com várias cadeiras posicionadas em direção ao centro. No fundo, uma bandeira bem grande com a imagem do "Anel que a todos governa!!!".
Aqui falaremos de como toda a história começa, do porquê de tudo o que virá adiante ter o sentido de acontecer, por assim dizer.
Eis que aos poucos os músicos da orquestra tomam seus lugares e fazem uma breve passagem de som, provavelmente pra testar a afinação dos instrumentos e acertar o tempo do conjunto.
Logo em seguida, uma elfa loira adentra, toda vestida em dourado com seu fabuloso vestido medieval, radiante por si só! É a maestra desta noite!
Alguns instantes depois, César Machado entra em cena e dá boa noite a todos os hobbits, anões, elfos, homens e povos livres da Terra Média. E explica um pouco sobre esta noite.
Fala que tem um canal dedicado à obra de Tolkien, o Tolkien Talk. E hoje trarão o espetáculo The Symphony of the Rings, o qual é composto pelos principais temas da trilogia do Senhor dos Anéis e também de O Hobbit.
O qual será performado pela competentíssima Orquestra Filarmônica ACAFE de Indaiatuba, sob a regência de Natália Larangeira. Que hoje se encontra com um lingote radiante de ouro, dourado e não de laranja! Mas tá valendo!!! Os anões gostariam disto! hehehe
Parte 2
Explica ainda que vão comemorar 10 anos do Tolkien Talk e 25 anos da estreia de A Sociedade do Anel, e que o setlist foi preparado por ele e Inês, sua amiga de Lisboa com a qual toca o canal. Também, os temas tocados hoje são todos obras do compositor Howard Shore, o qual compôs as músicas para todos os filmes da franquia. Explana ainda que a noite será dividida em 4 atos, um para cada parte da trilogia e outro para O Hobbit, que todos os filmes foram altamente premiados, e tem certeza de que todos se sentirão na Terra Média e com isto terão um imenso devaneio. Agradece a todos e deixa o palco por ora para darmos início ao espetáculo em si. Recebe uma grande salva de palmas. Ah, detalhe importante, ele estava vestido "à la Bilbo", contudo, as calças pareciam um pouco grandes, talvez Machado tenha reduzido um pouco de tamanho, assim acredito, por isso as calças estavam mais largas que as de um hobbit. Contudo, the terno estava impecável, paletó vermelho e colete com calças marrons. Ta XIQUE NOS ÚRTIMO!!! Por assim dizer! Hehehehe Vamos então em direção ao primeiro ato, A Sociedade do Anel.
Parte 3
Para começar, vamos de Prologue: One Ring to Rule Them All. Conforme a orquestra executa a música, uma voz ao fundo narra a história do filme. Um clima bem pesado, assim como a sonoridade, parece que você está dentro do filme!!! É fascinante! Ao findar uma breve salva de palmas. E continuam com a faixa Concerning Hobbits, que nos remete ao Condado. Uma canção bem leve, com atmosfera bem diversa da anterior. Por conseguinte, vem a faixa A Knife in the Dark; parece mais um suspense, com uma voz feminina no meio que parece remeter a uma salvação. Se passa quando o Rei Bruxo de Angmar fere Frodo gravemente no ombro com uma lâmina Morgu no topo das ruínas de Amon Sûl.
Parte 4
Na seqüência, a orquestra prossegue com Many Meetings e The Ring Goes South, duas faixas mais suaves, por assim dizer; contudo, na segunda já aparece aquele trecho épico que é tocado várias vezes no filme, que nos lembra que tudo dará certo no fim! Mas só no fim! AUUHUAHUHAUAUA A primeira remete à chegada de Frodo Bolseiro a Valfenda, e a segunda à sua partida com a sociedade do anel já formada seguindo em direção ao seu destino mais sombrio. A primeira tem um tom mais imparcial, já a segunda apresenta uma conotação mais épica. Chega a hora de expressar um pouco de luto com a faixa Lothlorien (feat. "Lament for Gandalf") a qual remete à morte do mago nas Minas de Moria em sua chegada a Lothlorien. Começa com um clima mais pesado, de pesar, e passa a ser uma leve calmaria.
Parte 5
Aqui fica bem evidente o coro cantando junto com a execução da orquestra. É realmente muito lindo. E finalizando este primeiro ato, continuamos com a canção May It Be, originalmente entoada pela cantora Enya, que expressa um tipo de blessing, para dar algum alívio após tudo o que se passou. É uma canção bem calma, suave, muito aprazível, se estou correto como tudo o que ela sempre faz. Esta canção possui letras em inglês e em Quenya (a língua élfica criada por J.R.R. Tolkien). Após cada faixa, aquela generosa salva de palmas, absolutamente justa e merecida!!!
Parte 1
Segundo Ato
César reaparece, explica tudo o que se passou no primeiro ato e faz o mesmo em relação ao que virá no segundo. Começamos aqui com a canção chamada Edoras, a qual é a capital de Rohan, famosa por abrigar o Meduseld, o grandioso palácio dourado do Rei Théoden, construído no topo de uma colina, com vista para as Montanhas Brancas. O nome Edoras significa "os pátios" na língua de Rohan e "moradias" no inglês antigo. Tolkien baseou a cultura, a arquitetura e a língua de Edoras na cultura anglo-saxônica, com inspirações diretas no poema épico Beowulf. A faixa em si é bem tranquila, contudo, ela remete a uma parte também triste e bastante épica no fim desta. Seguimos na mesma passada, outra faixa bem serena, por assim dizer; ademais, seus significados nem tanto. Falamos de Evenstar, tanto da parte em que ela dá seu colar a Aragorn, renunciando à sua vida imortal e ao desejo de ficar ao seu lado. Quanto à conversa de Elrond com sua filha, tentando convencer a mesma de que o mundo dos homens está fadado ao fracasso, e que só haverá sofrimento e dor por este caminho.
Parte 2
A próxima trova tem uma mistura de pacatez e tensão. Falamos de The Last March of the Ents. É a parte onde Barbárvore descobre que Saruman devastou quase toda a floresta de Fangorn para atingir seus objetivos, e que eleva sua ira às alturas e faz um conselho entre os Ents, que resolvem marchar furiosos em direção a Isengard para destruir a fortaleza. Finalizando então o segundo ato, é a vez de Gollum's Song, interpretada originalmente pela islandesa Emiliana Torrini. A música traz uma mistura de pesar, melancolia e metanoia por parte do protagonista da canção. Fala de como este deixou de ser um hobbit para virar uma criatura de quem nada mais lhe importava, além do desejo de estar com o anel. Desejo este cavado pela profunda corrupção do anel. Apesar de tudo, no fim desta, é tocada aquela parte in que literalmente lhe diz "há uma luz no fim do túnel!!". Apesar do peso do significado, ela não transpassa muito pesar e angústia no seu decorrer, e no fim tem aquele velho excerto épico conhecido.
Terceiro Ato
Eis que Machado Bolseiro reaparece para mais um pequeno interlúdio, novamente dando uma breve explicação sobre o ato que seguirá.
A bola da vez é The White Tree. Essa faixa começa como algo mais calmo, no entanto, mais sombrio, e depois passa a ser algo mais agitado, no caso, mais agitado, "glorioso", digamos.
Pois a árvore branca representa num primeiro momento a decadência da linhagem dos reis de Gondor nos pátios de Minas Tirith. Porém, num segundo, Gandalf retira uma muda da montanha de Mindolluin, a qual planta nos pátios, e floresce. Assim que Aragorn é coroado rei, marcando o início de uma nova era de paz, esperança e a restauração da glória para o reino.
A orquestra segue agora até Minas Morgul, também chamada de "Torre da Feitiçaria". Um castelo de mármore esverdeado que serve como base para o Rei-Bruxo de Angmar. Ela transpassa um clima pesado, de que algo não bom ocorrerá em breve. Sem mais, fiquem com a mesma.
Chega então a tão esperada hora da faixa:The Battle of the Pelennor Fields. Esta começa de modo modesto, mas se engrandece enormemente conforme a mesma é desenvolvida.
Parte 2
Aqui chegamos ao clímax do filme, onde Rohan chega ao raiar do sol para batalhar pela Terra Média, o Rei Théoden é morto pelo Rei Bruxo de Angmar e o mesmo é morto pelas mãos de Éowyn com a ajuda de Merry, finalizando assim essa profecia. E a chegada dos Homens Mortos de Dunharrow em navios corsários liderados por Aragorn para a batalha e finalmente estavam livres do juramento que outrora prestaram a Isildur.
Chegando ao fim, contudo, a saga continua. É então chegada a hora de The End of All Things. A execução da orquestra já é fenomenal, mas nessa faixa em específico ainda contamos com uma soprano a entoar a canção! Coisa de loco!!!! Essa faixa começa com um clima extremamente pesado, de desespero, por assim dizer, e vai se acalmando e passa a um clima leve, de salvação. A canção representa o momento em que o anel foi jogado na lava. Tudo começa a desmoronar; Gollum se dissolve junto com o anel e, por não conseguirem escapar, Frodo e Sam encontram-se num pedaço de rocha cercado de lava, sem ter como escapar. Ele olha pra Sam e diz: "Estou feliz por estar com você, Samwise Gamgee. Aqui no fim de todas as coisas."
Parte 3
Eis que no momento seguinte, Gandalf chega voando nas costas da águia Gwaihir para salvá-los no último segundo. Bom, acho que nada mais justo neh!? Depois de passar por tudo isso! Não é o que Tolkien diria, mas "valha-me deus!!!!". Certo, qualquer um dos cinco mil existentes! Isso alinha um pouco as coisas, correto?! Hehehehe Observação à parte, na versão original a soprano em questão chama-se Renée Fleminge é uma cantora americana. Seguindo ao seu quase fim, chegamos aos Portos Cinzentos; então fiquem com The Grey Havens. Ela tem uma melodia muito suave, literalmente falando, acalma a alma, sem mais. Os Portos Cinzentos são o ponto de partida de onde os guardiões dos Anéis (Gandalf, Elrond e Galadriel) deixaram a Terra-Média para ir em direção ao Oeste. E, claro, por reconhecimento e serviços prestados, tanto Bilbo quanto Frodo têm o direito de ir junto com eles, por terem sido portadores do anel.
Parte 4
Na versão original, essa faixa tem uma participação do renomado flautista Sir James Galway, que é reconhecido como um flautista virtuoso! Muito loco, já tinha ouvido nesses termos de guitarrista, mas nunca de flautista.
Ainda por curiosidade, ele é irlandês nascido em Belfast. Finalmente e ou infelizmente terminado o terceiro ato, a trova agora chama-se Into the West. Aqui também contamos com a soprano cantando novamente, uma canção muito bela, de aquecer o coração, por assim dizer! Passa um clima sereno, calmo e diz que tudo ficará bem no final. Nesse momento o navio parte da Terra-Média em direção às Terras Imperecíveis no Oeste. Se você também estava chorando nesta parte, pode parar! Segura essas lágrimas, pois ainda tem um pouco mais! Curiosidade aqui: na versão original, essa música foi cantada pela cantora britânica Annie Lennox, a qual também foi cantora do famoso duo denominado Eurythmics. Se ainda não lembra, a música mais famosa deles foi Sweet Dreams (Are Made of This) de 1983. E, pra não deixar de fazer uma conexão estranha, uma das melhores versões de cover da mesma veio do cantor Marilyn Manson! AUHAUHUAU Mas é royal, é boa demais, goste dele ou não!!!
Quarto Ato
César então faz mais uma aparição, vem dizendo "não chore porque nem todas as lágrimas são ruins!!" Deveriam falar pra ele falar isso antes da gente chorar, não depois, neh! Mas enfim... Ele ainda dá uma breve explicação sobre o terceiro ato e diz que, mesmo que Howard Shore não estivesse mais tão inspirado, ainda existe algo feito por ele em O Hobbit que tem salvação! Por assim dizer! AHUHUAHUHAUHUAUA Chegamos agora no começo do fim, por assim dizer... Sigamos em frente com a parte que cabe ao filme O Hobbit. Para continuar, a próxima canção chama-se Misty Mountains. Ela foi cantada pelos Anões na casa de Bilbo Bolseiro, no Condado, para expressar sua profunda saudade e o desejo de recuperar sua terra natal, Erebor, e o tesouro que lhes foi roubado pelo dragão Smaug. Aqui, acredito que o cantor em questão seja um barítono, alguém que tem a voz muito grave e que, junto da orquestra, faz parte da execução da música a qual exprime um intenso sabor de nostalgia, por assim dizer. É muito bonito. É uma música muito calma. Já que estamos no caminho, não custa dar uma parada na próxima trova, chamada Erebor. Esse foi o nome élfico dado ao que os homens chamavam de Montanha Solitária. E foi também uma lendária cidade e fortaleza subterrânea dos Anões, que foi tomada pelo dragão Smaug e é o destino principal da jornada de Bilbo Bolseiro com Thorin Escudo de Carvalho.
Parte 2
É uma canção um tanto alegre, e a versão original conta com uma gaita de fole; contudo, mesmo sem ela, não ficou em nada menos bela do que a versão a qual a orquestra entoou!
Bom, já que falamos em casa, nada mais junto do que dizer que nem os japoneses: ただいま !!! / おかえri(なさい)!!!
E se voltar pra casa é bom, comer é ainda melhor, então a orquestra adentra com a faixa Feast of Starlight. A qual é uma canção bastante serena, contudo, mesclada com uma pitada de aflição. Nela, nossa querida soprano deu o ar da sua graça novamente para tornar a melodia ainda mais bela, Sinceramente, ficou fabuloso!!! Nesta parte ocorre o diálogo entre Thranduil e Tauriel: quando o rei élfico e a capitã da guarda conversam. E a conversa nas masmorras: O momento em que Tauriel se aproxima da cela do anão Kíli para falarem sobre as estrelas e a vida fora dali. É chegada a hora da penúltima canção, chamada Thrice Welcome. Ela passa uma mistura de glória, suspense, tensão e calmaria, sem mais!!! Representa em O Hobbit: A Desolação de Smaug a hora em que Thorin e sua companhia de anões são levados à presença do Mestre de Esgaroth (Laketown). A música toca no momento em que eles são escoltados para dentro da cidade dos homens no lago e têm seu primeiro contato com as autoridades locais. É dada a balada da última trova.
Parte 3
Falamos agora de The Last Goodbye. Trata-se de uma canção suave, repleta de emoção, nostalgia e felicidade pura, a qual, como posso dizer pela noite, "aquecerá vossos corações com uma saudade interminável".
Falamos agora de The Last Goodbye. Trata-se de uma canção suave, repleta de emoção, nostalgia e felicidade pura, a qual, como posso dizer pela noite, "aquecerá vossos corações com uma saudade interminável".
A melodia começa bem suave e torna-se grandiosa no fim.
Juntamente com a orquestra, essa teve participação do coro e ficou nada menos que uma bellíssima canção inesquecível! Vale lembrar aqui que a versão original foi cantada pelo nosso querido Billy Boyd, mais conhecido por vocês como Peregrin Tûk. Contudo, a versão aqui tocada em nada tem a perder para a original!! Pra aqueles que caírem aos prantos, espero que se levantem, lembrem que, apesar de chegarmos ao fim, saídos do meio, e ao meio voltamos! Então podemos levantar e começar tudo novamente, como um uroboros!!! Hehehehe Como já de costume por aqui, César Machado retorna e dá seu último pequeno discurso. Fala com que, há 90 e 70 anos, nós comemoramos e nos emocionamos com essas lindas obras, de O Hobbit e O Senhor dos Anéis. E que sempre poderemos retornar a elas, seja pelos livros, filmes, músicas, jogos e o que mais houver nesse meio.
Parte 4
Pede uma salva de palmas em especial para toda a orquestra e para a maestra! E eis que ela o lembra do coro, o qual ficou esquecido! Assim ele o faz, o público da mesma maneira!
Contudo, claro que ele justifica, diz que ele teria que fazer algumas presepadas, pois colocaram "um cara meio Bilbo pra apresentar!", portanto, isso seria DE LEI!!!! AUHAUUUUUAA
Pra finalizar, agradeceu a presença de todos e disse que tanto ele quanto a mestra vão estar disponíveis para tirar fotos e ou conversar em instantes. Desejou que o espetáculo aqueça o coração dos presentes neste mundo que se esfria, que isto é o que o anel do Gandalf deveria fazer!!! Hehehehe Agradeceu a todos e desejou um bom retorno para casa!!! Bom, agora é minha vez de fazer o mesmo. Se chegaram até aqui, espero que tenham tido tanto prazer de ler quanto eu tive de escrever! Desejo que tenham gostado da resenha e que voltem para ler outros textos no futuro! Por ora me despeço. Um abraço enorme a todos!
Juntamente com a orquestra, essa teve participação do coro e ficou nada menos que uma bellíssima canção inesquecível! Vale lembrar aqui que a versão original foi cantada pelo nosso querido Billy Boyd, mais conhecido por vocês como Peregrin Tûk. Contudo, a versão aqui tocada em nada tem a perder para a original!! Pra aqueles que caírem aos prantos, espero que se levantem, lembrem que, apesar de chegarmos ao fim, saídos do meio, e ao meio voltamos! Então podemos levantar e começar tudo novamente, como um uroboros!!! Hehehehe Como já de costume por aqui, César Machado retorna e dá seu último pequeno discurso. Fala com que, há 90 e 70 anos, nós comemoramos e nos emocionamos com essas lindas obras, de O Hobbit e O Senhor dos Anéis. E que sempre poderemos retornar a elas, seja pelos livros, filmes, músicas, jogos e o que mais houver nesse meio.
Parte 4
Pede uma salva de palmas em especial para toda a orquestra e para a maestra! E eis que ela o lembra do coro, o qual ficou esquecido! Assim ele o faz, o público da mesma maneira!
Contudo, claro que ele justifica, diz que ele teria que fazer algumas presepadas, pois colocaram "um cara meio Bilbo pra apresentar!", portanto, isso seria DE LEI!!!! AUHAUUUUUAA
Pra finalizar, agradeceu a presença de todos e disse que tanto ele quanto a mestra vão estar disponíveis para tirar fotos e ou conversar em instantes. Desejou que o espetáculo aqueça o coração dos presentes neste mundo que se esfria, que isto é o que o anel do Gandalf deveria fazer!!! Hehehehe Agradeceu a todos e desejou um bom retorno para casa!!! Bom, agora é minha vez de fazer o mesmo. Se chegaram até aqui, espero que tenham tido tanto prazer de ler quanto eu tive de escrever! Desejo que tenham gostado da resenha e que voltem para ler outros textos no futuro! Por ora me despeço. Um abraço enorme a todos!
Merin na quanta lómë lenna antaina! Ar hírin tye polë entulë lúmessen sina arwa!
Setlist:
Ato 1 - A Sociedade do Anel
01. Prologue: One Ring to Rule Them All - Howard Shore (07:16)
02. Concerning Hobbits - Howard Shore (02:55)
03. A Knife in the Dark - Howard Shore (03:34)
04. Many Meetings - Howard Shore (03:05)
05. The Ring Goes South - Howard Shore (02:03)
06. Lothlorien (feat. "Lament for Gandalf") - Howard Shore, Elizabeth Fraser (04:33)
07. May It Be - Enya (04:17)
Ato 2 - As Duas Torres
08. Edoras - Howard Shore (04:34)
09. Evenstar - Howard Shore (03:15)
10. The Last March of the Ents (feat. Ben Del Maestro) - Howard Shore, Ben Del Maestro (02:31)
11. Gollum's Song - Howard Shore, The City of Prague Philharmonic Orchestra, Nic Raine (05:47)
Ato 3 - O Retorno do Rei
12. The White Tree - Howard Shore (03:25)
13. Minas Morgul - Howard Shore (01:58)
14. The Battle of the Pelennor Fields - Howard Shore (04:10)
15. The End of All Things (feat. Renee Fleming) - Howard Shore, Renée Fleming (05:12)
16. The Grey Havens (feat. Sir James Galway) - Howard Shore, James Galway (05:59)
17. Into the West - From "The Lord of the Rings: The Return of the King" - Howard Shore, The City of Prague Philharmonic Orchestra, Nic Raine (04:39)
Ato 4 - O Hobbit
18. Misty Mountains - Richard Armitage, The Dwarf Cast (01:43)
19. Erebor - Bonus Track - Howard Shore (01:19)
20. Feast of Starlight - Howard Shore (02:48)
21. Thrice Welcome - Howard Shore (03:33)
22. The Last Goodbye - From "The Hobbit: The Battle of the Five Armies" - Billy Boyd, Philippa Boyens, Frances Walsh (04:29)
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